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Outubro Rosa

Movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, o Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. O INCA — que participa do movimento desde 2010 — promove eventos técnicos, debates e apresentações sobre o tema, assim como produz materiais e outros recursos educativos para disseminar informações sobre fatores protetores e detecção precoce do câncer de mama.

O que é o câncer de mama?

Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.

Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.

Para o ano de 2020, foram estimados 66 mil novos casos de câncer de mama no Brasil.

Quais sintomas?

O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:

edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;

retração cutânea;

dor;

inversão do mamilo;

hiperemia;

descamação ou ulceração do mamilo;

secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.

A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.

Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.

A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.

Como prevenir?

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis.

Quais os principais fatores de risco?

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença, tais como: idade, fatores endócrinos/história reprodutiva, comportamentais/fatores genéticos/hereditários.

A idade, assim como em vários outros de câncer, é um dos principais fatores que a aumentam o risco de se desenvolver câncer de mama. O acúmulo de exposições ao longo vida e as próprias alterações biológicas com o envelhecimento aumentam o risco. Mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, são mais propensas a desenvolver a doença.

Qual o tratamento?

Para o tratamento de câncer de mama, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os tipos de cirurgia, como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.

Fonte : http://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-mama

Plano de Saúde e Assistencial: Qual a diferença?

Sabemos que, no Brasil, a assistência à saúde deveria ser de responsabilidade do governo. Porém, na realidade, a prestação deste serviço é insuficiente para atender a todos com a qualidade que as pessoas merecem.

Cada dia mais, as pessoas se preocupam com a segurança de um atendimento médico correto, rápido e eficiente. Com isso, existem diferentes formas de assistência médica suplementar, que se diferenciam basicamente pela segmentação de negócio e pela abrangência do atendimento.

Nos planos de saúde os segurados têm o serviço de assistência médica prestado por profissionais e estabelecimentos credenciados pela operadora. Nesse caso, o segurado efetua um pagamento para, quando necessário, obter uma contra-prestação de atendimento médico-hospitalar. 

Existe uma cobertura ampla no sentido de consultas médicas, exames e também em procedimentos hospitalares. Por esse motivo, acabam tendo um custo de aquisição mais elevado em relação ao assistencial. Além disso, o plano de saúde é bastante focado na área médica, o que também o difere do cartão assistencial. 

O cartão assistencial aplica um conceito de administração solidária, pois utiliza de um modelo de gestão que seu foco está em oferecer serviços nas áreas de saúde, educação e lazer para melhor qualidade de vida, especialmente para famílias de menor poder aquisitivo. No Brasil, sabemos que a maior parte das famílias não têm condições de pagar por um plano de saúde e por isso os planos assistenciais com esse modelo de gestão tem crescido cada vez mais.

No Assistencial Previna, por exemplo, é possível ter acesso a uma ampla rede credenciada, pagando menos. A rede de atendimento do Assistencial Previna conta com clínicas médicas, laboratórios, hospitais, clínicas odontológicas, faculdades, academias, clubes de lazer, auto-escolas, óticas e uma série de outros estabelecimentos. Além de tudo isso, o cliente ainda recebe um plano de assistência funerária, que garante tranquilidade para toda a família nos momentos mais difíceis. 

Em resumo, o plano de saúde, como o próprio nome diz, está focado na área da saúde, tem maior cobertura de procedimentos médico-hospitalares um custo de aquisição mais elevado. No caso do assistencial, o custo de aquisição é consideravelmente mais baixo, os benefícios abrangem outras áreas além da saúde,, mas sem a mesma cobertura médico-hospitalar que o plano de saúde possui. 

É uma opção interessante para quem não tem condições de arcar com um plano de saúde, mas não quer ficar à mercê da saúde pública. Além disso, é uma excelente forma de economizar no custo com escolas, faculdades, seguros, dentistas e várias outros. 
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